quinta-feira, 25 de abril de 2019

As facetas do Capitalismo e suas influéncias

Na relação em que a cultura influencia na vida social e a vida social constrói a cultura, podemos perceber o viés do Capitalismo como fator preponderante e determinante no sentido da vida social.
Se apresenta como referência e objetivo na vida do sujeito, determinando e inflenciando todas  as regras do convívio Social, modo do bem viver, constituição familiar, comportamentos, carreiras e profissões, modo de vida em geral.

segunda-feira, 15 de abril de 2019

Nosso Contexto


Em um país com infinitas riquezas como o nosso nem precisamos de números exatos para deduzir suas potencialidades, tendo em vista suas diversas áreas de produtividades onde são exportados inúmeros produtos para o mundo todo. Conhecemos suas riquezas minerais, seu potencial agrícola, sua dimensão produtiva na pecuária, sua diversidade cultural e qualidade humana do seu povo.
Entretanto, nos inculca a problemática de um eterno brado de futuro próspero que nunca chega e que sempre posterga fazendo parte da ideologia de um povo de luta e de sonho. Más todos são sabedores do rico país em que vivem, do menos ao mais bem informado dos numerários que constituem a economia brasileira, giram as cadeiras dos administradores públicos nas câmaras, senados e palácios, contudo, o discurso da prosperidade vindoura de ordem e progresso só serve para alimentar o imaginável daqueles que mesmo decepcionados insistem em alimentar de vento a fome que não se sacia, porque é uma fome de uma educação que possa de fato suprir as necessidades de cada um proporcionando a sua própria liberdade, sua própria independência, trilhar seu próprio caminho, se alimentar corpo e alma com suas próprias reflexões e conclusões, vacinados contra as intenções daqueles que detêm o poder, formados na arte tendenciosa de manipulação.
Para que possam de fato trilhar seu progresso e ter consciência da ordem que devem seguir e dos princípios a respeitar, necessita da educação que informe ao povo sua história, para que seja reflexiva, conclusiva, assertiva, possibilite a liberdade do sujeito da amarras da ignorância e manipulação daqueles que plantam nas vidas alheias colheitas em seu benefício.
 Os administradores investem num intelecto para gerar capital más não investem em um capital intelectual, pois o capital intelectual tem potencial reflexivo enquanto o intelecto para gerar capital tende a preparar como para uma linha de produção.
Quem quer deter o capital intelectual são aqueles que querem dominar os instrumentos de dominação e criação de artifícios tendenciosos sobre aqueles que nem tempo têm para refletir no tempo, conceitos e espaço em que vivem, tornam-se escravos dos desejos alheios, do tempo sempre escasso e dos conceitos que desconhece. Seu contexto é sem texto, seu passado é desconhecido e seu futuro um sonho eterno retumbante.

sábado, 13 de abril de 2019

Educação e Comportamento, princípios, meios fins e afins


Compreender o ser humano e suas razões sempre foi algo complexo e rico em mistérios, pelo fato de pertencer a um viés tanto explicito quanto a um universo subjetivo de cada sujeito, pra mim a unidade do ser humano é a sua intenção.
Muitas das vezes tentamos entender os motivos desse ou daquele comportamento ou atitude, muitos porquês que buscamos compreender e naturalmente tentamos saber desde as nossas origens, de onde viemos e para onde vamos. Esses questionamentos que no remota as origens da humanidade que temos ciência, desde o surgimento da filosofia, perpassando o positivismo e inúmeras ciências que afloram o conhecimento e nos enriquecendo tanto de soluções quanto originando novas dúvidas numa dialética incessante, corroboram com a certeza de que só existirá um fim desse dilema com o silenciar da mente. Imaginamos as diversas probabilidades que poderiam contribuir para que os fatos ocorram de tal e qual forma e consequências.
Por vezes levamos em consideração um ou poucos fatores que possam ter contribuído para determinados acontecimentos, porém, são infinitos os fatores, por menores que sejam, imagináveis e incalculáveis para serem determinantes para os acontecimentos dos fatos. Para a máquina mais complexa e perfeita do mundo, que é o corpo humano, percebemos nas suas relações entre si, consigo no seu íntimo e com o meio em que vive, da mesma forma as mais complexas composições que determinam e condicionam as consequências das ações humanas. Ações que podem ser simplesmente ou comumente a de pensar, pois do pensamento nascem as ações, atitudes que podem nem sempre refletir perfeitamente nas ações planejadas porque dependem do meio e também de outras ações que influenciam este meio.
Compreender ou tentar entender toda essa complexidade depende da empatia imaginada dentro de todo esse contexto psicológico para sentir o mínimo possível que se permita viver no outro momento dentro de um novo contexto imaginado, de modo que facilite a formação dessa vivência nem que por um curto período para reafirmação dessa compreensão.
Encontrar recursos para construir a imaginação reflexiva que permitirá entender o mínimo necessário só será possível mediante uma vasta e ampla formação educacional, dentro das ciências humanas e sociais que possibilite fundamentar a idealização dessa vivência fictícia para formar o pensamento mais próximo do que possa ser chamado de verdade dos fatos.
Uma formação educacional ampla, vasta, rica em todos os seus aspectos, filosóficos, sociais, políticos, antropológicos, culturais, ideológicos, nos vieses religiosos, artísticos ou de cunho lógico e científico, permitirá a imaginação mais consistente para a formação e construção dos fatores necessários a definição do sujeito e suas ações. Definir não no sentido de ser a verdade, más diante da necessidade da compreensão, para que se possa conhecer o mais próximo daquilo que pode ser deduzido, considerando que muitas das vezes nem o próprio sujeito consegue se definir, e noutras, outro sujeito pode deduzir com mais clareza e perceber as ações e reações de alguém, deixando de lado um pouco de si e se vestindo do comportamento e sentimentos do outro.
A educação mais completa do sujeito lhes permitirá ver com olhos diversificados, visões de ângulos diferentes diversos aspectos e probabilidades, mesmo que com tantas variáveis nunca alcançando aquilo que é subjetivo do próprio sujeito, informações que lhes foram fundamentais para a formação de sua ideologia, comportamento e características, modo de tomar suas decisões juntamente com a base de princípios que formou para isso.




quinta-feira, 31 de janeiro de 2019

Nossos Políticos

Os partidos não se unem mais por uma causa, se unem pelo poder, as bancadas se formam para lutar por causas específicas através de bancadas que defendem classes profissionais e estas lutam pela conquista e domínio do capital...
- Quem lutará pelas causa daqueles descapitalizados?...

sábado, 10 de novembro de 2018

Ideologia das ideologias

Como seríamos sem uma ideologia, como seriam nossas vidas sem princípios para conduzir nossos objetivos, modo de agir, ter a compreensao daquilo que fazemos e participamos em nosso entorno e conceitos.
O conjunto dessas ideias que se articulam regendo as sociedades e construindo costumes, conceitos, comportamentos e as culturas dos povos.

Vendo a Ideologia nos moldes propostos pelo filósofo francês Destutt de Tracy 1754-1836, como ciência à qual atribui a origem das ideias humanas e percepções sensoriais do mundo externo,  ou mesmo na perspectica marxista, como a totalidade das formas de consciência social, o que abrange o sistema de ideias que legitima o poder econômico da classe dominante (ideologia burguesa) e o que expressa os interesses revolucionários da classe dominada (ideologia proletária ou socialista). Segundo Chauí:
Imagino a Ideologia ou as Ideolgias como canais  que conduzem e delimitam seus proprios principios. Suas margens limitam mas também servem para que o sujeito escale e fuja de suas amarras.
Ideologia para ideologizar, inculcar aquilo que os individuos tendem a pensar. É melhor saber ou ignorar, quando nos deparamos com o espanto das clarezas das coisas como elas realmente são, um sentimento de rebeldia adolescente vem à tona ao percebermos nossa submissão e ausência de liberdade, num mundo capitalista onde se compra o próprio capital, se compra o proprio capitalismo. Num país que se orgulha de produzir e exportar aquilo que nem a maioria de seu povo tem acesso, tem um pré sal mais que nos resta só um preção,  um país que se mantém colonia da Europa, fundo de quintal e senzala que produz para a casa grande. Onde em uma educação moldada para satisfazer privilegios de mandantes, nos roubam o tempo, tempo para refletir as migalhas dos conhecimentos que conseguimos, não temos escolha a não ser escolher aquilo que escolhem por nós manipulando as ideias, distorcendo os conceitos, induzindo ao consumo do que querem, escrever o que me inculcam e a falar discursos ensaiados. A ideologia faz isso, como uma forma molda atraves da educação tendenciosamente traços daquilo que se pretende. Forja  intenções desfarçadas de promessas impulsionada pelos sonhos de muitos. Aprendemos sem refletir, decoramos e achamos que sabemos. Ideologia que quando não mata, alejeija, cega.

Alberto Gomes

segunda-feira, 10 de setembro de 2018

Filosofia Sempre


Claramente percebo que a Filosofia é a base para nos percebemos como sujeitos, não só na sociedade que participamos como também, fazer significado de ser pensante por toda a nossa existência.
Nesta etapa do curso identifico mais claramente os laços que nos prendem ao sistema regulador e manipulador da sociedade, as mordaças da ignorância, as ideologias traçadas estrategicamente para influenciarem o pensamento humano, as facetas do Estado como responsável por dá trilhos à sociedade administrada por um colegiado político de mau caráter capitalista.
Neste interim acadêmico, abraçado por uma ideologia que me induz a responsabilidade de educador no meu espaço de vivência, me pesam a responsabilidade de poder me mover a fim de minimizar os estragos nos pensamentos e modo de vida que até então percebemos em nosso meio, mas essa linhas também carregam além do desabafo um pouco de desencargo de consciência, vendo as rédeas da classe política açoitarem toda a sociedade e suas carências, alojadas no palácio do Estado, e este por sua vez, se apresenta como uma sala de espelhos que “hora me mostra uma imagem de mim e hora outra”, dependendo de onde eu me encontre.
Isto significa que, dependendo do estado social do cidadão, o Estado sem perder a sua hegemonia, se deforma, no sentido de se remodelar, tomar novas aparências, dependendo da sociedade ou da situação social para o qual deve se apresentar.
O viés da Educação dentro desta conjuntura do Estado é apenas um dos órgãos que busca se desprender das amarras tendenciosas do mau capitalismo implantado e assegurado pelo tribunal político que delibera o comportamento e rumos da sociedade. E como vemos, representa hoje a classe burguesa com todas as regalias de que usufrui.
Ao se quebrarem todos os espelhos que distorce a visão da sociedade sobre si mesma, sobra uma redoma muito maior que é o estado, de paredes fluidas, que deixa transpassar por elas aqueles que a ele, o Estado interessa, como uma arapuca armada com isca de capital, tristes perspectivas de muitos ou sonhos de conquistas que atraem, sem dúvida, grande parte da sociedade de estudo mais consolidado.
Compreender a sociedade, o Estado, as ideologias a quais estamos submetidos e tentar imaginar os rumos que a sociedade toma e suas consequências é quase impossível, tendo em vista as infinitas variáveis que têm de ser levadas em conta e, pensar a conquista da Educação no meio social, precisamos considerar em primeiro lugar, as tomadas de decisões políticas, influenciadas indubitavelmente pelo capital, seja de interesse individual ou grupos de articuladores que buscam tirar todo o proveito em todas as situações, deixando as sobras, somente as sobras para aqueles que deveriam ser privilegiados, atendidos naquilo que de “direito” já é seu.
Como o Estado e sua conjuntura social se apresenta, é fruto de séculos de estruturação baseada no princípio de extorsão da sociedade e principalmente das classes menos favorecidas. Ultrapassar esta barreira e quebrar essa parede construída há muito tempo necessita de estratégias eficientes e discretas para não despertar a atenção daqueles que utilizam da máquina estatal para dela fazer seu “castelo”.  A sociedade sobrevive de contrapontos das estratégias políticas do Estado, pois nem todas são perfeitas e de alguma forma, em alguns pontos terminam por favorecerem os menos abastardo.
Um conjunto de certames imbricados como a sociedade, a política e o capital, formando a conjuntura do Estado, cada um com a sua dinâmica, se remodelam de acordo com as oportunidades e as diversidades, em determinados momentos se alinham e em outros se divergem, mas há de se levar em conta o sujeito que é a base em toda essa estrutura, que toma as decisões aparentemente de forma coletiva, mas que tem como unidade fundamental e princípio de suas decisões a sua intenção e com isso, pensemos na intenção de cada um.
Partindo do princípio da intenção como unidade do sujeito, o que fazem as estratégias se reformularem são esses quereres individuais ou coletivos, que, quando tomados em conjunto pensam estrategicamente a intenção dos outros, um jogo de pensamento que também procura obter o máximo de vantagens em suas decisões.
As decisões uma vez tomadas, favorecem mais ou menos a si que ao demais, porém são feitas mediante negociatas e promessas de que em outras decisões favoreçam mais. A política parte do individual, atravessa o coletivo e se impregna no aparelho do Estado, este por sua vez, já é fruto de um antigo sistema que instaurou e perdura. Nesta simbiose, os favorecimentos não pode ser menor para aquele que há muito mais tempo resiste e abraça aquele que chegam, o Estado é que deve ser mais favorecido,

sexta-feira, 7 de setembro de 2018

Ideologia e Cultura

A relação entre Ideologia e Cultura, que me parecem estar imbricados à medida que, a ideologia alimenta e constrói uma cultura ao mesmo tempo em que é retroalimentada por esta mesma cultura, havendo assim uma dialética entre eles, uma reconstrução constante.